Se você ainda usa cardápio de papel no salão, provavelmente já esbarrou nos mesmos problemas: preço desatualizado, cardápio rasgado ou sujo, e a demora pra reimprimir toda vez que algo muda. O cardápio digital resolve boa parte disso — mas não é a solução certa pra 100% dos casos. Este guia explica as diferenças na prática.
No cardápio impresso, qualquer alteração de preço ou item exige reimprimir (ou colar um adesivo por cima, o que não passa a melhor impressão). No cardápio digital, a mudança fica no ar assim que é feita — sem custo de gráfica e sem esperar a próxima leva impressa.
Nem todo negócio depende só do digital. Em locais com sinal de internet mais instável, ou com um público que prefere manusear papel, vale manter uma versão impressa simples como apoio — mesmo assim, o QR Code costuma funcionar bem ao lado dela: quem tem costume de usar o celular escaneia o código, e quem prefere o papel continua tendo a opção.
Dá, e é bem comum numa fase de transição: você mantém o cardápio impresso normalmente e coloca o QR Code do cardápio digital na mesa ou na entrada. Com o tempo, boa parte dos clientes passa a preferir o digital, e muitos estabelecimentos acabam reduzindo — ou até eliminando — a versão impressa.
Não precisa ser tudo de uma vez. Muitos estabelecimentos começam usando os dois juntos e vão reduzindo o impresso conforme os clientes se acostumam com o QR Code.
Depende da frequência com que você atualiza preços e itens. Como o cardápio digital não tem custo de gráfica a cada mudança, ele tende a compensar rápido pra quem atualiza o cardápio com alguma regularidade.
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