O QR Code virou parte do dia a dia de restaurantes, hamburguerias e pizzarias — mas ainda gera dúvida em quem nunca usou. Aqui vai como ele funciona na prática, do ponto de vista de quem serve a mesa e de quem senta nela.
Cada mesa recebe um QR Code fixado (num suporte, adesivo ou impresso, dependendo de como você organiza). O cliente aponta a câmera do próprio celular pro código, e o cardápio abre direto no navegador — sem precisar baixar nenhum aplicativo. A partir daí, ele monta o próprio pedido e envia, que cai formatado direto no WhatsApp do estabelecimento.
O QR Code tira do garçom a tarefa de correr entre mesa e cozinha só pra anotar pedido, reduz erro de pedido (o cliente escolhe tudo com clareza, sem letra ilegível) e permite atualizar preços e itens sem reimprimir nada.
Isso muda de acordo com o plano contratado: nos planos Essencial e Plus, o QR Code é entregue em PDF, pra você mesmo imprimir e colocar nas mesas. No plano Premium, o QR Code já vem impresso e pronto pra usar.
O QR Code em si é mais usado no salão, fixado na mesa. Pra delivery e retirada, o mais comum é compartilhar o link do mesmo cardápio digital — no WhatsApp, Instagram ou onde fizer sentido pro seu público — sem precisar de QR Code físico. Dá pra ver esse fluxo funcionando de verdade na nossa Vitrine.
Não. A maioria dos celulares atuais já lê QR Code direto pela câmera nativa, sem precisar instalar nenhum aplicativo.
Não. O QR Code aponta pro link do seu cardápio, que continua o mesmo mesmo quando o conteúdo é atualizado — então não precisa trocar o QR Code nas mesas.
Abra uma das demonstrações publicadas e monte um pedido de exemplo pelo QR Code ou pelo link.
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